Parte deste crescimento se deve aos investimentos que voltaram ao setor. Diversas empresas anunciaram novos terminais, como os portos Sudeste, em Itaguaí, e Açu, no Norte Fluminense - ambos do grupo de Eike Batista -, além de projetos da Petrobras, da Gerdau e da CSN. "O setor ganhou investimentos privados depois que o governo realizou uma grande frente de dragagem", afirma Fernando Fialho, presidente da Antaq, observando que "se o bilhão de toneladas não for atingido em 2012, será por pouco". O dirigente observou que hoje 61% da carga nacional são transportadas pelo modal rodoviário, 21% pelo ferroviário e 14% pelo aquaviário. "Nosso objetivo é ter, em 2025, distribuição mais igualitária desses modais, entre 25% e 30%. Temos que avançar muito." Por LogWEB - São Paulo/SP Fonte: Correio do Povo - RS