Juntas, essas fontes devem oferecer 8,3 mil MW no certame. Na última semana, o presidente da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), Mauricio Tolmasquim, também ressaltou que nem todas as hidrelétricas inscritas conseguiram a licença ambiental para a participar do leilão.Somente as usinas do Rio Parnaíba, na divisa do Piauí com o Maranhão, já tinham licenças. As demais ainda estão aguardando o documento. A UHE São Manoel, no Rio Teles Pires, na divisa de Mato Grosso com o Pará, não participará, porque não conseguirá a licença a tempo. “Estamos na esperança que tenha [a participação no leilão] das usinas do Parnaíba, Cachoeira Caldeirão, no Amapá, São Roque [em Santa Catarina] e, quem sabe, Sinop [em Mato Grosso], que a gente ainda não descartou de todo”, disse.Tolmasquim disse ainda que a presença de térmicas não está garantida. Isso porque a Petrobras informou que não poderá garantir o fornecimento de gás para os projetos térmicos do leilão. Estavam previstos para participar do leilão 34 projetos de termelétricas a gás natural, com a oferta de 12,8 mil MW, ou seja, mais da metade dos 24 mil MW que seriam oferecidos.Fonte: Agencia Brasil