No Brasil, o mercado de geração de energia eólica já está consolidado. O país possui 44 parques em operação, com cerca de 60 mil MW de capacidade, todos construídos com incentivos do Programa de Infraestrutura (Proinfra). Até 2013, deverão estar em operação mais 141 empreendimentos contratados pelo governo brasileiro. Além disso, a Associação Brasileira de Energia Eólica (Abee) tem como objetivo instalar 10 GW até 2020. Especula-se que a capacidade de geração eólica no país seja de 300 mil MW.Para o consultor em energia Joaquim de Carvalho o país pode oferecer a seus cidadãos, para sempre, energia totalmente renovável mesmo que o consumo per capta triplique, chegando ao nível dos países desenvolvidos.Para tanto, basta combinar as matrizes hidráulica, eólica e, eventualmente, térmicas alimentadas por biomassa. Carvalho trabalha com a projeção segundo a qual, em 2043, a população brasileira irá se estabilizar em torno de 220 milhões de habitantes.No entanto, esses números, combinados com a incerteza econômica no mundo desenvolvido, atraem grandes investimentos para o país. Isso, na opinião do engenheiro Ildo Sauer, professor da Universidade de São Paulo (USP), não combina com um plano nacional de desenvolvimentoNo Brasil, o mercado de geração de energia eólica já está consolidado. O país possui 44 parques em operação, com cerca de 60 mil MW de capacidade, todos construídos com incentivos do Programa de Infraestrutura (Proinfra).Até 2013, deverão estar em operação mais 141 empreendimentos contratados pelo governo brasileiro. Além disso, a Associação Brasileira de Energia Eólica (Abee) tem como objetivo instalar 10 GW até 2020. Especula-se que a capacidade de geração eólica no país seja de 300 mil MW.Para o consultor em energia Joaquim de Carvalho o país pode oferecer a seus cidadãos, para sempre, energia totalmente renovável mesmo que o consumo per capta triplique, chegando ao nível dos países desenvolvidos.Para tanto, basta combinar as matrizes hidráulica, eólica e, eventualmente, térmicas alimentadas por biomassa. Carvalho trabalha com a projeção segundo a qual, em 2043, a população brasileira irá se estabilizar em torno de 220 milhões de habitantes.No entanto, esses números, combinados com a incerteza econômica no mundo desenvolvido, atraem grandes investimentos para o país. Isso, na opinião do engenheiro Ildo Sauer, professor da Universidade de São Paulo (USP), não combina com um plano nacional de desenvolvimenoNo Brasil, o mercado de geração de energia eólica já está consolidado. O país possui 44 parques em operação, com cerca de 60 mil MW de capacidade, todos construídos com incentivos do Programa de Infraestrutura (Proinfra). Até 2013, deverão estar em operação mais 141 empreendimentos contratados pelo governo brasileiro. Além disso, a Associação Brasileira de Energia Eólica (Abee) tem como objetivo instalar 10 GW até 2020. Especula-se que a capacidade de geração eólica no país seja de 300 mil MW. Para o consultor em energia Joaquim de Carvalho o país pode oferecer a seus cidadãos, para sempre, energia totalmente renovável mesmo que o consumo per capta triplique, chegando ao nível dos países desenvolvidos. Para tanto, basta combinar as matrizes hidráulica, eólica e, eventualmente, térmicas alimentadas por biomassa. Carvalho trabalha com a projeção segundo a qual, em 2043, a população brasileira irá se estabilizar em torno de 220 milhões de habitantes. No entanto, esses números, combinados com a incerteza econômica no mundo desenvolvido, atraem grandes investimentos para o país. Isso, na opinião do engenheiro Ildo Sauer, professor da Universidade de São Paulo (USP), não combina com um plano nacional de desenvolvimento"O sistema eólico foi privatizado antes de existir, pois foi criado um mercado apenas de mercadores, não de estruturadores. Faltam pacotes de desenvolvimento e nacionalização", cobra Sauer, observando que a Petrobras fez alianças para capacitar fornecedores para a produção de petróleo e isso poderia acontecer o mesmo com a energia eólica. Barato e renovável Por sua vez, Joaquim de Carvalho pondera que ninguém constrói centrais de energia por vontade, mas por necessidade: "Quando se pode dispensar a geração mais cara e perigosa, como é o caso da nuclear, por que não fazê-lo?", indaga. Segundo o consultor, a geração eólica custa hoje R$ 100 o MW, com viés de baixa. Já a nuclear, acrescenta, gira em torno de R$ 190, embora o governo prometa limitar em R$ 147 o MW. "Mas aí não é mecanismo de mercado, é decreto", critica, acrescentando que "não há explicação econômica ou científica para optar pelo nuclear". O consultor ressalta haver muitas aplicações melhores para a tecnologia nuclear, inclusive no desenvolvimento científico: "O sistema termomecânico é simples, mas extremamente perigoso. Se acontecem falhas, as conseqüências são sempre gravíssimas. Não precisamos correr esse risco." Carvalho estima que o potencial eólico para torres de 50 metros é de 143 mil MW. Já as torres mais altas dobram esse potencial. No sistema interligado, o fator de capacidade aumenta 40%, totalizando um potencial de 120 mil MW firmes, abaixo, portanto, do projetado pela Abee, mas suficiente para garantir matriz renovável, segundo ele. Fonte: Portal do Agronegocio