Para todos. A frase que estampa o anúncio de um novo modelo de GPS ao custo de R$ 4,3 mil resume o espírito da 12ª Expodireto Cotrijal. Focada em negócios e tecnologia, a feira que promete movimentar mais de R$ 600 milhões até sexta-feira em Não-Me-Toque, no norte gaúcho, exibe diversidade que agrada a todos os produtores.Após 40 anos no campo, a primeira máquina zero quilômetro. Graças ao programa Mais Alimentos, José Paulo Talamini, 58 anos, realizou um sonho. A nova colheitadeira, comprada há seis meses por R$ 290 mil, transformou a propriedade de 130 hectares no interior de Não-Me-Toque.Com crédito a perder de vista, a tecnologia se aproximou de Talamini. Animado, trocou a colheitadeira antiga, com 17 anos de uso, por uma máquina que era exclusividade de grandes produtores.Na terça-feira, ao visitar a feira, posava com orgulho ao lado de um modelo idêntico ao que tem no galpão. Com o canto do olho, porém, já mirava um GPS. A meta é aumentar a produtividade de 198 sacas de milho por hectare da safra atual.A poucos metros dali, aos 62 anos, do alto da cabine de um pulverizador de quase R$ 500 mil, Celestino Facco sorri. Pela primeira vez na Expodireto Cotrijal, o gaúcho radicado no Pará viajou em busca de tecnologia.Nascido em Fortaleza dos Valos, o produtor levou 35 anos para transformar os cinco hectares que tinha no Estado nos 15 mil hectares de soja, milho e arroz em Ulianópolis, interior do Pará. Facco fica em Não-Me-Toque até hoje.Quando partir, deve levar duas máquinas de grande porte. Juntas, valem quase R$ 1 milhão.— A tecnologia de ponta com preço favorável oferecida em Não-Me-Toque é praticamente irresistível — resume.Leia a reportagem completa na edição de Zero Hora desta quarta-feira.ZERO HORA